sábado, 23 de novembro de 2013

Vaso Esquecido

“Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu”?

Traduzindo “MINHA VIDA É UMA SUCATA”.

Esta é uma expressão muito comum da parte dos jovens. As angústias e inquietações comuns à juventude fazem com que o jovem se sinta “quebrado”, às vezes sem rumo, sem valor e sem perspectivas. Outras vezes se sente sozinho, abandonado, sem amigos. Em outros momentos são as tentações que o confundem e fragmentam.

Novamente, não são apenas os jovens que passam por isso. O rei Davi também se sentiu abandonado e rejeitado pelos que estavam próximos dele. Podemos ler seu desabafo no Salmo 31.12: “Estou esquecido no coração deles, como morto; sou como vaso quebrado”.

Mas é consolador saber que o oleiro não joga fora os vasos quebrados. O oleiro os refaz. Igualmente o nosso Deus não despreza seus vasos quebrados. Ele os refaz. Quando estamos quebrados então estamos prontos para sermos moldados segundo os propósitos de Deus. É consolador saber que “a tribulação produz perseverança” (Rm 5.3). É consolador saber que, “Se ando em meio à tribulação, tu me refazes a vida” (Sl 138.7). Mesmo quebrados, Deus nos refaz e nos molda em vasos de bênçãos.

A tribulação também é usada por Deus para nos aperfeiçoar, firmar, fundamentar e fortificar. Este é o contexto em que o apóstolo Pedro diz estas palavras (1 Pe 5.10). Por isso ele também diz: “Não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos...” (1 Pe 4.12). Lembremos que Jesus também foi esmagado em nosso lugar. Ele pode compadecer-se de nossas fraquezas, pois ele foi tentado em todas as coisas à nossa semelhança, mas sem pecado (Hb 4.15). Lembremos também que o oleiro sabe quanto o vaso podo suportar. “Deus não permitirá que sejais tentados além das vossas forças” (1 Co 10.13).

Mas também há momentos em que o próprio Deus precisa quebrar-nos. Quando o orgulho e a autossuficiência começam a predominar em nossas vidas; quando não enxergamos mais o semelhante necessitado; quando nos esquecemos dos valores espirituais e eternos; quando não lutamos mais contra o pecado; quando pensamos que somos insubstituíveis no trabalho da igreja, então Deus precisa nos quebrar. Muitas vezes, quando estamos em cacos, então é que começa o nosso valor, pois o oleiro nos moldará pela sua ação graciosa, para os seus propósitos santos.

A Bíblia está repleta de personagens, muitas Histórias, em vários lugares e tempos diferentes. Nela encontramos personagens que são muito conhecidos, como é o caso de Moisés, Noé, Abraão, Jó, Pedro, Paulo..., mas também encontramos personagens, que “sem muita glória” sobre sua vida, ficam escondidos nas entrelinhas bíblicas. Bom, é exatamente de um desses personagens que queremos falar aqui, o seu nome é Mefibosete - O Vaso Esquecido. Sua História não está escrita na Bíblia por acaso, a vida deste homem nos revela muito da vontade de Deus em nossa vida.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Como Davi forjou um Relacionamento com Deus


Davi é conhecido como o homem segundo o coração de Deus. O que era exclusivo sobre Davi, era o seu forte desejo e busca incessante de saber e compreender o coração de Deus, cumprir a vontade de Deus, e experimentar a glória da Sua presença.

Davi teve uma forte medida de fé confiante. Ele aprendeu como se relacionar com Deus. Ele experimentou a vida vibrante em Deus através da arte da devoção. Ele aprendeu o valor do engajamento ativo com Deus.

Forte fé de Davi ativo veio de seu temor do Senhor, e um coração que rendeu à orientação do Espírito Santo. "Uma coisa que eu tenho desejado do Senhor, que eu vou buscar, para que eu possa morar na Casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a doçura do Senhor, e inquirir no seu templo”. Salmo 27.4

Aprendendo o Caminho do Pastor

Davi meditou sobre a bondade de Deus e de dia e de noite. Ele realmente mantido a palavra de Deus em seu coração, e na vanguarda de sua mente. Ele valorizava a presença de Deus. Ele sabia que o Espírito Santo. Ele estava grato pela graça de Deus e aprendemos o caminho da misericórdia. Ele aprendeu a confiar em Deus em todos os seus empreendimentos.

Por isso, ele sempre se lembrou de tudo o que Deus tinha feito por ele. Ele identificou com Deus como seu Senhor e pastor. Leia o Salmo 23 devagar e deixe que a riqueza deste Salmo preencha a sua alma.

“O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta.
Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas;
restaura-me o vigor. Guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome.
Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem.
Preparas um banquete para mim à vista dos meus inimigos. Tu me honras, ungindo a minha cabeça com óleo e fazendo transbordar o meu cálice.
Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver”. Salmos 23:1-6

Davi claramente manteve uma experiência, a relação de coração a coração com Deus. Ele sabia como amigo, pastor, provedor e Senhor. Ele recebeu o conforto do Espírito de Deus, saboreando em Sua presença, experimentando o seu descanso refrescante. Ele encontrou a paz e sabedoria adquirida a partir da palavra de Deus.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Reconciliando com Deus

“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando o seus pecados, e pôs em nós a palavra da reconciliação”. II Co 5.19

Aplicação Pessoal

Diante do desastre causado pelo pecado, e do dilema do homem, Deus se prontificou a reconciliar-se com todo demonstrando a Sua graça.

Textos de Referência

“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Pois se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estamos já reconciliados, seremos salvos pela sua Vida. Não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, por intermédio de quem agora alcançamos a reconciliação”.  Romanos 5. 8-11

Introdução.

O Deus amoroso, justo, criador dos céus e terra, que encontramos nas páginas da Bíblia Sagrada, não é um ser distante, inacessível e indecifrável. Ao contrário, Deus tem alegria e contentamento em comunicar-se com o homem “coroa de sua criação”. Ele mesmo tomou iniciativa para estabelecer uma comunhão íntima entre o criador e sua criatura. Infelizmente, a humanidade tem escolhido caminhos que afetam essa comunhão com o Criador, entretanto, ao reconhecer seu estado de pecado, o homem poderá através de Jesus Cristo reconciliar-se com Deus. Gn 3.9; Rm 5.11

1. A Dispensação é o período que o homem é experimentado em relação à sua obediência a vontade tanto permissiva como diretiva de Deus.  Sabemos que Deus criou o homem e a mulher debaixo da “dispensação da inocência”, ainda que adultos nos seus entendimentos não existissem malícia, não havia despertado a concepção do “eu”, eram como crianças.  Após a queda, o pecado contra Deus, eles, agora saem da proteção desta dispensação e entram para a “dispensação da consciência”, conhecendo o bem e o mal. Gn 2.25

1.1. Dispensação da Inocência foi procedida pela criação. A dispensação se chama “da Inocência”, porque Adão e Eva eram inocentes, não conhecia o pecado. Reflete o estado original em que o homem foi criado. O homem foi colocado em um ambiente perfeito, sujeito a uma lei simples e advertido das consequências da desobediência. A mulher caiu sob a tentação, levando o seu marido, Adão a uma condição lamentável. Deus restaurou as suas criaturas pecaminosas, mas a “dispensação da inocência” terminou com o julgamento e a expulsão do casal. Gn 2. 15-17; 3.5

1.2. Dispensação da Consciência - Com a queda, Adão e Eva adquiriram o conhecimento do bem e o mal. Trocaram sua inocência por uma consciência acusadora. Por sua experiência na dispensação da inocência aprenderam a diferença entre o bem e o mal. Agora a sua consciência livre feito à semelhança de Deus foi deixado em liberdade para obedecê-lo. Isto proporcionou à sua consciência uma boa base para um julgamento moral e correto colocando sob seus ombros a seguinte responsabilidade; fazer o bem e evitar o mal. O resultado desta dispensação trouxe o caos e corrompeu toda a terra. Assim com Deus lançou juízo sobre Adão no Éden, Deus novamente lança juízo sobre a terra. O Dilúvio. Gn 3.7,22; 6.5-12, 7.11,23

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Como e onde estará a Igreja no Milênio?

A vida futura dos crentes é descrita na Palavra de Deus como translúcida, em corpos glorificados que refletirão a imagem de Deus!

Primeiro estudaremos sobre o estado e depois sobre a posição da Igreja durante o Milênio. A posição futura da Igreja é descrita na Bíblia com tanta clareza que não deixa dúvidas. Notemos o que diz Paulo ao escrever aos romanos: "O Deus de paz em breve esmagará Satanás debaixo de vossos pés", Rm 16.20. O texto não insinua que cobra, pois aqui o sentido é espiritual. Como sabemos, Satanás é um espírito. Há, portanto, necessidade de corpos espirituais para realizar o seu esmagamento.

Deus, no Éden, prometeu à mulher que a semente dela esmagaria a cabeça da serpente. Cristo, portanto, dará autoridade, em tempo próprio, para que seja efetuada essa operação que leve a completa vitória espiritual. - Quando? - perguntará alguém. - Quando a morte for tragada na vitória juntamente com aquele que tinha o poder da morte, Hb 2.14, Satanás será esmagado, por autoridade divina, debaixo dos pés dos santos. Nesse tempo, os crentes no Senhor Jesus terão passado de um lado para o outro, isto é, da posição material ou física para a espiritual, com corpos glorificados, como os dos anjos, Mt 22.30.

A primeira parte da pergunta é: Como estará a Igreja no Milênio? - Naturalmente se fala do estado espiritual da Igreja, pois nesse tempo já se terá processado a ressurreição dos santos que dormiam e o arrebatamento dos que estavam vivos nesse glorioso dia, lTs 4.13-18. Em todos os textos bíblicos que se referem a esse estado espiritual, é revelado um período glorioso.

Havia uma grande dúvida nos primeiros crentes com respeito ao corpo depois da ressurreição dos mortos. Paulo, por isso, os instruiu dizendo: "Insensato! o que se semeia não é vivificado se primeiro não morrer... Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo em corrupção (sujeito a decomposição), ressuscitará em incorrupção (não mais sujeito a decomposição); semeia-se em vileza (coisa vil), ressuscitará em glória", lCo 15.35-44. Logo depois da ressurreição e do arrebatamento, recebe-se um corpo glorificado, espiritual, não mais sujeito às necessidades físicas. Fome, sede, cansaço, plantar e gozar dos frutos, tudo isso pertence ao corpo material, a esta vida. Ap 7.16 fala dos mártires na glória, isto é, dos que morreram durante a Grande Tribulação. Eles não mais necessitam das coisas materiais.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Guia para um avivamento pessoal

Introdução.

Jonathan Edwards, pastor congregacional norte-americano, foi o mais destacado teólogo e erudito da Nova Inglaterra, no período do século XVIII. Em 1727 foi ordenado e empossado pastor assistente da igreja de seu avô, Salomon Stoddart faleceu em 1729, então Edwards tornou-se o pastor efetivo da igreja.

Em 1734 o reavivamento religioso, parte do Grande Despertamento, chegou à sua igreja. Seu famoso sermão “Pecadores nas Mãos de um Deus Irado” proferido em 1741 durante esse reavivamento.

Ao ler algumas das pregações destes homens, talvez não sintamos hoje o mesmo efeito que causavam nos seus ouvintes quando foram pregadas originalmente. Segundo um relato, uma das mensagens do pai de Jonathan Edwards continha nada menos que 66 pontos!

Qual a explicação, então, para a fantástica reação emocional que ocorreu durante a pregação de Pecadores nas Mãos de um Deus Irado? Na ocasião, havia pessoas gritando e gemendo, sentindo quase que literalmente as chamas do inferno, caindo no chão, desmaiando, incomodadas e extremamente angustiadas enquanto não encontrassem paz com Deus. A cena era como se um furacão tivesse passado no meio de uma floresta. Durante toda a noite seguinte, a convicção de pecados continuou nos lares, onde pessoas buscavam um verdadeiro encontro com Deus. Era como se o dia do Senhor já tivesse chegado.

Em 1746, Edwards publicou uma série de sermões sobre 1 Pedro 1:8, no qual argumentou que o “Cristianismo verdadeiro não se evidencia pela quantidade ou intensidade das emoções religiosas, mas por um coração transformado que ama a Deus e busca o seu prazer”. Ela faz uma análise rigorosa das diferenças entre a religiosidade carnal, que produz muita comoção, e verdadeira espiritualidade, que toca o coração com a visão da excelência de Deus.

·Nos seus escritos, Jonathan Edwards avaliou a experiência religiosa à luz das Escrituras e das suas convicções reformadas. O ponto de partida da sua pregação e da sua teologia foi o Deus soberano, em sua majestade, graça e glória. Esse Deus criou o universo e o ser humano para manifestar a sua grandeza e o seu amor. A majestade e a graça de Deus também se revelam de modo supremo no envio de Cristo para redimir os pecadores.

· Nenhum avivamento ou experiência religiosa é genuína se não realçar esse Deus sublime em sua soberania, graça e amor. O critério principal é este: se quem está no centro das atenções é Deus ou o ser humano. Para que Deus esteja no centro é necessário, em primeiro lugar, que haja nos corações um profundo senso de incapacidade, de dependência de Deus, e de convicção da nossa pecaminosidade. Além disso, é preciso que haja a consciência de que toda genuína experiência religiosa é fruto da atuação do Espírito de Deus, que transforma e santifica os pecadores, capacitando-os a amar e honrar a Deus em suas vidas.

·Portanto, todas as teorias de salvação que dão ênfase às obras humanas ou à capacidade humana só desmerecem a grandeza do amor de Deus revelado a nós em Cristo Jesus e tornado real em nossos corações somente pela iluminação do Espírito Santo.

Edwards crê na necessidade de transformação do ser humano. A moralidade externa não é suficiente, daí a importância da conversão. Por outro lado, para aqueles que já são crentes, uma fé simplesmente racional ou intelectual não basta. É preciso que a pessoa se aproxime de Deus não só com o entendimento, mas com os sentimentos. Cabeça e coração (luz e calor) devem funcionar juntos na vida conduzida pelo Espírito.

domingo, 23 de junho de 2013

Conquistador é o discípulo que não perde a visão da promessa.

Texto: (Nm.14.6-9 / Js. 14.9-14 / Nm. 23:19 / 2 Pe. 3:9 a)
Deus tem o prazer de abençoar seus filhos. Porém nem todos os homens estão na condição de filhos de Deus. Por quê? A Bíblia diz que filho é aquele que recebe Jesus Cristo como Senhor e único Salvador (Jo 1:12). Após a desobediência gerada por Adão no Éden, todos os homens receberam por herança a maldição do pecado e foram destituídos da glória de Deus (Rm. 3:23). Deixaram de ter o direito de receber as promessas de Deus, passando a serem criaturas vivendo distantes a cada dia do Criador por causa do pecado (Is. 59:2).
As promessas do Senhor estão contidas em sua Palavra e segundo os estudiosos, há mais de 8000 (oito mil) promessas para aqueles que obedecem a Deus. Precisamos entender também que toda promessa é condicional, ou seja, só recebemos o benefício de Deus, se estivermos em condição de recebê-lo. Muitos crentes não têm recebido a promessa por que deram legalidade ao pecado e aos demônios em suas vidas. Deus estabelece a condição e nós precisamos estar dentro da condição para que as promessas venham e nos alcancem. Ele não mente para nós, Ele não retarda a Sua promessa, ainda que nós a tenhamos por tardia. Deus é fiel. Ele sabe a melhor hora.
Comentário.
O nosso tempo, não é o tempo de Deus! O tempo do homem é o kronos - Kronos é o tempo mensurado, com dias, meses e anos. É finito, metódico, controlado, igual para todos. É o tempo linear, que cobramos aos outros e do qual dizemos que «tempo é dinheiro». É o tempo do calendário, o tempo do relógio. É o tempo do envelhecimento, da ansiedade, da desistência, do desespero, da incredulidade. O tempo de Deus é o Kairos - Kairós significa “o momento certo ou oportuno”. Quando estamos totalmente absorvidos e vivemos no momento presente, sempre que nos sentimos apaixonados pelo que estamos a fazer ou pelas pessoas com quem estamos, empenhados, absorvidos, vivemos no Kairos. Kairós é o tempo que alimenta a alma. É o tempo da perseverança, da providência, do descanso, da fé inabalável. Enquanto nós buscarmos as promessas de Deus com a visão do tempo kronos, não alcançaremos as promessas! Nossa postura na espera pelo cumprimento da promessa vai determinar a nossa derrota ou a nossa vitória diante das circunstâncias. Quando você anda ansioso, descrente, inseguro, desesperado, sem fé; não é possível agradar a Deus (Hb. 11:6). É como se nós estivéssemos dizendo que aquilo pelo qual esperamos é maior do que Deus! Como tem sido a sua espera pelas promessas da Palavra de Deus? Uns têm abandonado a fé, outros colocam a culpa em Deus e nas pessoas, enquanto o problema pode estar na própria pessoa. Tem gente que quando está próximo de receber a vitória joga tudo para o alto: peca, sai da presença de Deus, duvida da promessa. Com essas atitudes, saem da condição de receber a promessa e voltam para o final da “fila” espiritual, pois não souberam perseverar. O povo de Israel tinha a promessa de chegar a Terra Prometida. Por causa da incredulidade e da rebeldia do povo contra Deus, a promessa que se cumpriria em aproximadamente 40 dias, levou 40 anos para se cumprir. E ainda assim, foi preciso que os murmuradores, os rebeldes e os incrédulos, morressem. Quantas pessoas estão sendo provadas por Deus pelo teste do tempo e não estão entendendo, e com isso começam a fazer como Israel: murmurar, se rebelar, deixar de crer. Para que nós possamos alcançar as promessas temos que dar os passos de José:
1- Não desistiu de sonhar (diante das zombarias e deboches ele se manteve sonhando)
            2- Não deixou sentimentos de rancor entrar em seu coração, ele continuou amando seus irmãos que o rejeitavam.
            3- Rejeitou todos os relatórios contrários (por maiores que tenham sido as provações de José ele seguiu servindo a Deus, na escravidão, na casa de Potifar, no calabouço)
            4- Ele resistiu o “prato de lentilha” (pecado), que representava a mulher de Potifar.
            5- Ele nunca confessou derrota, pois no seu interior o sonho se manteve vivo.
            6- Ele foi humilde para receber o cumprimento da promessa.
            7- Ele alcançou a maturidade para ter as promessas cumpridas.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Como alcançar a promessa em tempo de crise

Texto: Josué 1.1-9.

Introdução.

Não devemos esquecer que a Bíblia Sagrada está dividida em oito seções: 4 no Antigo Testamento – Lei, História, Poesia e profecia; 4 no Novo Testamento – Biografia, História, Doutrina e Profecia.

O livro de Josué é a primeira parte da segunda seção (História). Não devemos contemplar este majestoso edifício da verdade divina como espectadores somente. O nosso fim não deve ser admirar de fora tão bela obra, mas estar dentro, para que possamos crer e obedecer.

Estando Moisés morto, Deus nomeou Josué para guiar os filhos de Israel até a terra da promessa. A salvação de Israel das mãos dos inimigos não viria do leste, do oeste, nem de parte alguma, senão daquele que fez os céus e a terra!

Josué havia servido fielmente a Deus e a Moisés por muitos anos. Que maravilha Josué ter entendido com perfeição o significado de seu próprio nome: Josué significa, em hebraico, Jeová é a minha Salvação. Em grego, se traduz por Jesus.

As palavras de Deus ressoaram no coração de Josué: “Esforça-te, e tem bom ânimo”.O livro de Josué narra à entrada dos israelitas na Terra Prometida, após a sua peregrinação. Os personagens deste livro são israelitas da segunda geração aguardando às margens do rio Jordão o momento da entrada inicial na Terra da Promissão.

O que é Promissão? Promessa – Ato de prometer, Coisa prometida; compromisso. Promessa feita por Deus a Abraão no livro de Gênesis no capitulo 12.

Os pais dessa geração haviam recebido há 39 anos, idêntica oportunidade, mas por falta de fé não puderam aproveitá-la (Hb.4.2). Como consequência daquela tragédia, todos israelita de 20 anos de idade para cima, morreram durante os anos de peregrinação no deserto do Sinai (Nm. 1.3).

A nova geração, disposta a não cair em semelhante erro, demonstra que a “vitória vem pela fé”. A fé destes israelitas constitui o tema da presente mensagem: “Como alcançar a fé em tempo de Crise”.