quarta-feira, 16 de maio de 2012

A Supremacia do Amor de Deus

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“Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3.16 – NVI

Introdução 

O Amor de Deus, naturalmente, é um atributo de Deus; mas permeia todas as coisas, de tal modo que é legitima a declaração de que Deus é Amor. Todas as demais qualidades de Deus são atributos baseados no amor divino. Portanto a bondade de Deus se baseia no seu amor como também na sua misericórdia.


1 - A Maior Afirmação.
Επειδή ¹ - “Porque” (adv).

O que esta na origem ou explica um acontecimento, um comportamento (causa, motivo, razão).

A expressão “Porque”, neste versículo tem um valor semântico causativo, podendo ser parafraseável por” por que motivo”, “por que razão”, “com que fim”, “com que intenção”, porque Deus amou o mundo.

Desde a fundação do mundo Deus nos amou, isto encontramos nas primeiras páginas do Livro Sagrado.

2 - O Maior Ser.
Θεός 5 - “Deus”.

“Eu Sou o que Sou”. Êxodo 3.14 - NVI – Que belíssima verdade. O estudo da Pessoa de Deus assim como Ele revelou a humanidade. Alguém declarou que Deus poderia permanecer em silêncio, porém por amor Ele se deu a conhecer aos homens. Por causa disso então podemos não somente saber sobre Ele, mas manter plena comunhão com o Deus Criador.

Origem de Deus – A mais insistente pergunta para a mente humana está ligada a existência de Deus. Deus existe? Como Ele é? De onde Ele veio? A Bíblia Sagrada inicia seus relatos partindo da premissa de que a existência de Deus é fato insofismável.

3 - O Maior Sentimento.
τόσο αγαπούσε 9 - “tanto amou”.

As palavras citada no Evangelho de João 3.16 foram pronunciadas em uma noite por Jesus Cristo, o Filho de Deus, enquanto falava com um dos principais da sinagoga por nome de Nicodemos. Elas foram proferidas precisamente por Aquele que foi dado por Deus para a salvação do mundo.

4 - O Maior Grupo.
τον κόσμο 11 - “o mundo”.

Mun.do sm 12 

1 - Conjunto de todas as coisas existentes.
2 - A Terra.

Mundo é um nome para o universo que os seres ocupantes da Terra visto de um ponto de vista humano, como um lugar habitado por seres humanos. Freqüentemente é usado para querer dizer a soma de experiência humana na história, ou a condição humana em geral.

5 - A Maior Entrega.
δίνοντας 13 - “que deu”.

Que caminho Deus escolheu para a salvação do homem? Qual foi o plano?
O Plano Divino para a salvação, no sentido original, Deus amou a Ordem ou Kosmos. Porque o pecado lançou este mundo num caos ou desordem. Deus é Deus de ordem e paz e não de confusão.

6 - A Maior Dádiva.
μονογενή γιο του 15 - “seu Filho Unigênito”.

Durante quatro mil anos, Deus estivera preparando o homem para a vinda do seu Filho. Ele prometera no Jardim do Éden. Diante do fracasso do homem, Deus pôs em execução seu plano redentor ao prometer que através da semente da mulher viria o Salvador Jesus Cristo que esmagaria a cabeça da serpente, anunciando a vitória através das épocas. Havia um preço a ser pago, e isto foi feito por Jesus Cristo na cruz do calvário.

7 - O Maior Alcance.
για κάθε 17 - “Para que todos”

O Deus amoroso, justo, criador dos céus e terra, que encontramos nas páginas da Bíblia Sagrada, não é um ser distante, inacessível e indecifrável. Ao contrário, Deus tem alegria e contentamento em comunicar-se com o homem “coroa de sua criação”. Ele mesmo tomou iniciativa para estabelecer uma comunhão íntima entre o criador e sua criatura. No princípio, antes da queda do homem, diariamente, Deus visitava o homem no Jardim do Éden.

8 - A Maior Simplicidade.
που πιστεύει σε αυτόν 20 - “Que nele crer”

Diante desta natureza pecaminosa, o homem tornou-se incapaz de agradar a Deus, por isso, Deus tem concedido por seu infinito amor pela humanidade, a “graça comum ou universal” a toda a humanidade. Esta “graça comum ou universal”, não é suficiente para salvar o homem, mas revela-lhe a bondade ou o favor Deus em restaurar a capacidade de responder favoravelmente ao Amor de Deus.

9 - A Maior Promessa.
μην χαθεί 26 - “Não pereça”

“Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Mateus 1.21 – NVI

Deus criou o ser humano e o fez perfeito e completo. Coroa de sua criação, imagem e semelhança de Deus. E, dessa forma, o homem não foi criado para o pecado. Como ser racional, o homem, em seu primeiro estado de inocência, não conhecia o pecado, isto é, ainda não tinha desenvolvido o seu caráter moral. Sabemos que a possibilidade de pecar surgiu com a tentação. Esta tendência a desobedecer não significa que o homem estivesse destinado a pecar, mas baseava-se em seu “livre-arbítrio" (capacidade de decidir por si próprio).

10 - A Maior Diferença.
αλλά 29 - “Mas”

Em todo o Universo, o único homem que morreu, ressuscitou e não provou novamente a morte foi Jesus Cristo. É no Filho de Deus que está depositada toda esperança e confiança de salvação para toda humanidade.

Em primeiro lugar, Jesus Cristo é o Filho de Deus enviado ao mundo para livrar o homem da condenação eterna causado pelo pecado.

O texto de João 3.16, retrata claramente o Amor de Deus em favor da humanidade. Deus estava em Jesus Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados. A salvação é tema central da Bíblia Sagrada.

11 - A Maior Esperança.
έχει 30 - “Tenha”

Coisas incompreensíveis acontecem neste vasto universo desconhecido! Nossa mente não consegue compreender como acontecem. Mas sabemos que tudo que acontecem neste universo, é à ação criadora do Senhor, portanto, a criação partiu dele como uma graça especial.

“Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem, e todas as nações da terra se lamentarão e verão o Filho do homem vindo às nuvens do céu com poder e grande glória”.

12 - A Maior Vitória.
αιώνια ζωή 32 - “A vida eterna”

A ressurreição de Jesus Cristo, além de fazer parte do plano divino de redenção, mostra algo ainda mais sublime. Garante uma vida de reconciliação com Deus. Através deste ato, sabemos que agora estão disponíveis para nós a salvação e a vida eterna, algo que pode ser plena alcançada mediante a nossa fé no Senhor Jesus Cristo. Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisso?”

Conclusão

Diante do fracasso de Adão e Eva, no Jardim do Éden, Deus pelo seu infinito amor proveu um plano de redenção para a humanidade. A maior prova em favor da humanidade para redimir o homem do pecado e prover a sua reconciliação com Ele foi à obra realizada por Jesus Cristo na cruz como favor imerecido como remédio para doença espiritual de toda humanidade – o pecado.


Deus realizou uma obra perfeita de libertação para nós. Ofereceu um remido, um substituto que pudesse levar sobre si o nosso pecado. Salvador prometido deste da fundação do mundo.

Onésimo Paula Silva.

São Carlos, 16 de maio de 12.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

As três árvores dentro da igreja

TEXTO: Deuteronômio 20:19 e 20a

INTRODUÇÃO

Esta mensagem mostrará o óbvio, mas que às vezes não vemos, por fraquezas, por pecado, ou por falsidade, será notório que ao termino desta ministração, você cristão ou não, terá certeza, que você indiscutivelmente é uma dessas três árvores.

Para tanto quero que você desse liberdade para que o Espírito Santo lhe toque no coração, assim você pudera se alimentar da boa palavra do Senhor.

Notamos que Jeová dá uma ordem ao povo de Israel para que não destrua as árvores frutíferas quando ocorresse a batalha, pois elas seriam para o alimento, mas as árvores cujos frutos não se podem comer essas seriam destruídas e cortadas. Não é uma observação ou um pedido de Jeová, mas uma ordem, um velho ditado diz que “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, e naquela época o povo ainda tinha juízo, e assim o fizeram, mas mal sabiam eles que estavam cumprindo uma profecia que aconteceria muitos e muitos anos mais tarde.

Eu cresci em uma cidade pequena e no bairro onde morava havia próximo um mangueiral, que continha cerca de vinte mangueiras e quando chegava à época do fruto, eu e meus amigos íamos ao local com o intuito de sermos os primeiros a recebermos os primeiros frutos, ao aproximarmos do local corríamos e já sabíamos qual era a árvore que dava as melhores mangas, uns atiravam pedras para derrubar os frutos, mas outros subiam nas árvores para que o fruto não caísse e se machucasse. Hoje vejo que tudo ainda funciona do mesmo jeito, todos correm para a árvore que dá bons frutos, e atiram pedras, então aprenda com a bíblia.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O verdadeiro significado do Natal!


“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.  Isaías 9.6

Estamos no mês natalino. Apesar de não ser a data correta, pois não se sabe ao certo em que dia o Senhor Jesus nasceu, até porque não há uma data específica registrada na Bíblia, o dia 25 de dezembro, tradicionalmente, é considerado o dia do seu nascimento.

Por isso, é um dia comemorado e festejado por todos. Para muitos, Natal é um dia especial em que pessoas viajam para rever parentes e amigos. Para outros, Natal é promover festas, é uma oportunidade para se deixar extravasar os desejos da carne. Para uma criança, é uma data desejada e esperada com muita ansiedade para se ganhar presentes.

Talvez, para muitos, o Natal seja um momento do ano em que as famílias se reúnem para se alegrar e agradecer a Deus por mais um ano que se passou. Para os empresários e comerciantes, é um dos eventos festivos do ano que abre o maior espaço para vendas em todos os aspectos.

Na verdade, o Natal que a humanidade comemora tem pouco a ver com o nascimento de Jesus. Biblicamente, Ele nasceu um dia em Belém da Judeia. Seu nascimento foi singular, simples e humilde. Em Belém nasceu Jesus, a parte humana, a carne do verbo, as vestimentas de carne e ossos com as quais o verbo se cobriu para que pudéssemos ver a sua glória, Jo 1: 1-3.

E para o cristão, o que é mesmo Natal? Festas, presentes, compras, viagens, encontros familiares, etc. O cristão deve ter em mente que Natal para ele tem um sentido profundamente espiritual, e não apenas um sentido humano. Vejamos, então, oque podemos aprender a respeito do Natal cristão, a partir do registro feito por Mateus sobre o nascimento de Jesus, em Mt 2: 1-1?


terça-feira, 15 de novembro de 2011

A Mensagem da Cruz

"Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo". Gl 6.14 (1Co 1.17-24)

A CRUZ DE CRISTO

A morte de Cristo na cruz é um fato central para o cristianismo. É interessante que é da palavra latina “cruz” vem à palavra “crucial”, isto é, central, importante. Totalmente sem aviso e despercebida, uma nova cruz surgiu nos círculos populares evangélicos nos tempos modernos. Parece-se com a antiga cruz, mas é diferente: as semelhanças são superficiais; as diferenças, fundamentais.

Desta nova cruz brotou uma nova filosofia da vida cristã, e dessa nova filosofia proveio uma nova técnica evangélica - um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Esta nova evangelização emprega a mesma linguagem da antiga, mas seu conteúdo não é o mesmo e a sua ênfase não é como antes. (1Coríntios 1.18, 23).

A execução por morte de cruz era algo terrivelmente cruel. Na verdade, era sadismo legalizado. Foi provavelmente uma das formas mais depravadas de execução jamais inventada pelo homem. Nada mais era que morte lenta por tortura. E realmente funcionava. Ninguém jamais sobreviveu a uma crucificação.

A salvação do homem só pode ocorrer através de uma satisfação dada à lei de Deus, que o homem quebrou e tem quebrado sempre. Cristo colocou-se no lugar do homem, como representante dos que crêem, e sofreu a penalidade¬ merecida, satisfazendo a justiça divina. Até mesmo pensadores não cristãos afirmam a necessidade da punição merecida. O pesquisador C. A. Dinsmore examinou as obras de Homero, Sófocles, Dante, Shakespeare, Milton e outros, e chegou à seguinte conclusão: “É um axioma¬ universal na vida e no pensamento religioso que não pode haver reconciliação sem que haja satisfação dada pelo pecado”.

Portanto, para os que creem, a cruz é mais que um símbolo a ser levado no pescoço ou pendurado nas paredes da igreja. É o caminho de Deus para salvar todo aquele que crê.

sábado, 29 de outubro de 2011

REIVINDICANDO O PODER QUE ESTÁ EM CRISTO

Texto: João 16.23-24/14.12-14


Introdução.

            PODER – O dicionário define poder como “a habilidade ou capacidade de realizar ou agir de modo efetivo; dispor de força ou autoridade”.

             A busca por poder é tão antiga quanto o próprio tempo; contudo, tão atual quanto o jornal de hoje. Poder é uma das molas propulsoras da humanidade. O homem busca o poder incessantemente. Poder da influência, poder do dinheiro, poder da sedução, poder da amizade, poder do amor, poder da cura, poder pessoal, etc., e essa busca nos afeta em todos os estágios da vida, independente de nossa localização, condição socioeconômica ou posição.

                Todos desejam poder na vida, entretanto, poucos estão dispostos a pagar o preço necessário para obter o maior de todos os poderes.

                Com a ajuda do Espírito Santo quero leva-los a compreender a natureza do poder de Deus e como esse poder está à nossa disposição hoje.

Comentário.

                1. A maioria dos crentes não tem pedido quase nada no nome de Jesus Cristo.

            2. Reivindicando as Fontes que nos leva a Plenitude do Poder.

                a. O Poder de livrar-se do fardo.

                i. Livre-se do impossível e experimente o sobrenatural.

                b. O Poder do Perdão.

                i. O Perdão explodiu em ambas as direções na linha do tempo da humanidade.
                ii. A História mais sublime de Deus é a História de nosso Senhor na Cruz do Calvário.
                iii. Jesus influenciou três mundos quando disse: Perdoa-lhes.
                iv. No Perdão, somos preservados – Lei da Remissão.
                v. A Oração de Jesus liberou o Poder de Deus.

                c. O Poder por trás do trono.

                i. Deus está levantando seu próprio time de adoradores.

                d. O Poder do sangue.

                i. Para viver, você tem que encontrar um altar e morrer.
                ii. Pelo sangue, por meio da água, sob a nuvem, saciados com o cordeiro.
                iii. Os enfermos dançaram entre as ombreiras manchadas de sangue.
                iv. Aqueles que mantinham os Israelitas cativos viram-nos espalhar o sangue nas ombreiras das portas.

                e. O Poder de Renúncia.

                i. Deus permitirá que você faça as coisas à sua maneira, e permitirá que pague por isso.
                ii. Você tem diploma de N.S.N – Não Seja Nada.

Conclusão.

                Ano após ano, muitos cristãos buscam cada vez menos. No fim, se fixam na salvação de Cristo apenas. Não têm nenhuma expectativa senão a de chegar ao céu algum dia.

                Eu lhe pergunto: você chegou ao fim do seu Cristo? Você espera alguma coisa além de ser salvo pelo Seu poder e Sua graça? O seu Cristo acaba assim que Ele lhe fornece a capacidade para aguentar mais um dia? Ele acaba para você naquele momento de uma paz ou alegria ocasional, numa vida vivida na maior parte sob o assédio de Satanás?

           Todas estas passagens da palavra de Deus me convencem de que o "meu" Jesus não é maior do que os meus pedidos. E, tristemente, muitos crentes fazem Cristo parecer insignificantes e sem poder devido à sua incredulidade. Amado, não quero que o meu Cristo seja limitado. Pelo contrário, desejo que todos os demônios do inferno saibam o quanto o meu Deus é grande pela grandeza dos meus pedidos. Eu quero mais daquilo que provém do meu Cristo. Quero que Ele seja maior do que nunca em minha vida.


Diante das dificuldades, clame por Jesus.

Texto: Marcos 10:46-52
Introdução: Vemos neste texto a história de um homem que pela fé, apesar de todas as situações contrárias, recebeu a sua cura e salvação.
1) Seu estado natural: era cego, necessitado e pobre – (v. 46).
2) Sua certeza: Jesus pode ajudar – (v.47).
3) Sua atitude: clamou ao Senhor – (v.47).
4) Sua perseverança: continuou gritando até ser atendido – (v.48)
5) Sua aceitação (foi aceito): o Senhor chamou-o – (v. 49).
6) Sua cura: o Senhor abriu-lhe os olhos – (v.52).
7) Sua entrega total: seguiu a Jesus – (v.52).
Conclusão: Bem-aventurado o cego que vem a Jesus, para que possa ver.
Comentário
1- Bartimeu, o cego, vivia à beira do caminho (v.46), à margem da estrada. Era marginalizado pela sociedade, como tantos deficientes hoje. Ele não estava andando pelo caminho, mas parado. Sua vida estava parada. Ele estava sem perspectivas, sem projetos. Ele dependia dos outros. Estava sempre esperando que alguém o ajudasse.

2- Bartimeu ouviu sobre Jesus. Ouviu o ruído da multidão se aproximando e alguém disse que Jesus estava chegando. Ele era cego, mas ouvia muito bem. Os cegos desenvolvem mais os outros sentidos ou os utilizam melhor que as demais pessoas. O pior cego é aquele que não ouve. Muitos “cegos espirituais” são também “surdos”, pois se recusam a ouvir sobre Jesus. Observe a importância de se falar sobre Jesus, para que todos ouçam. Como ouvirão se não há quem pregue? (Rm.10.14).

3- Bartimeu começou a clamar: Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim! (v.47). Ele era cego, mas não tinha nenhum problema para falar. Começou a gritar. É importante que clamemos a Jesus em oração. Não adianta clamar a outra pessoa, algum santo ou falsa divindade. Clame a Jesus.

4 – Bartimeu tinha fé. Jesus era considerado filho de José. Por quê Bartimeu o chamou de Filho de Davi? O cego demonstrou que cria que Jesus era o Messias, o descendente de Davi, prometido no Velho Testamento para ser o rei de Israel.

5- Bartimeu pediu compaixão, misericórdia. Como são nossas orações? Vamos determinar o que Deus vai fazer? Vamos anunciar nossas virtudes e nossas obras? Nada disso. Devemos pedir misericórdia ao Senhor.

6 – Muitos o repreendiam para que se calasse (v.48). Os que enxergam querem que o cego fique em silêncio. É uma atitude egoísta. Quando queremos Jesus, muitos se levantam contra nós. Isso pode acontecer no trabalho, na escola, na família, entre os amigos, etc. O cego não deu ouvidos às vozes opositoras. Continuou clamando. Ele era perseverante, insistente, determinado.

7- Jesus parou e mandou chamá-lo (v.49). O cego pediu compaixão e foi atendido. Jesus se compadeceu. Ele parou, interrompeu tudo, para atender ao cego. Havia uma multidão envolvendo Jesus, mas ele parou para atender a um homem. Jesus está atento a cada indivíduo. Ele está atento a você. Ele ouve a oração e atende.

8 – Depois das vozes negativas, agora o cego ouviu vozes que diziam: “Tem bom ânimo. Levanta-te. Ele te chama”. Que sejamos como esses mensageiros que levaram palavras animadoras para o cego.

9 – O cego deu um salto e andou até Jesus (v.50). Ele era cego, mas não tinha nenhum problema nas pernas. Atendeu ao chamado de Jesus imediatamente. Não havia tempo a perder.

10 – Jesus pergunta o que o cego quer e ele responde: “Mestre, que eu veja.” (v.51). Ele podia pedir a Jesus uma esmola, uma capa nova, um prato de comida, uma bengala, um cachorro, uma casa, etc, mas ele foi direto ao principal: a visão. Podemos pedir tantas coisas a Jesus hoje, mas não nos esqueçamos de pedir que ele abra nossos olhos espirituais (Sal.119.18). Aquele que ainda não se converteu, está vivendo em cegueira, vive nas trevas, tropeçando e caindo, sem saber a direção certa. Jesus é a luz para os olhos dos cegos (João 12.35,46).

11- Aquele homem foi curado (v.52). Jesus cura ainda hoje, mas o mais importante é que Bartimeu foi salvo, conforme Cristo declarou. Em seguida, o texto diz que ele foi seguindo pelo caminho. Sua vida mudou completamente. Ele não ficava mais à margem do caminho, mas podia caminhar, podia ter uma vida normal e feliz.

Conclusão: Aquele cego clamou a Jesus, porque não sabia se ia encontrá-lo novamente. Ele não podia perder aquela oportunidade. Hoje, não perca a oportunidade. Clame a Jesus. Seja curado, seja salvo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A Última Ceia.

Texto: Lucas 22. 7 – 20.
INTRODUÇÃO.
Durante a tarde dessa quinta-feira, quando Filipe lembrou ao Mestre sobre a aproximação da Páscoa e perguntou a respeito dos seus planos para essa celebração, ele tinha em mente a ceia de Páscoa que se devia realizar na noite do dia seguinte, sexta-feira. O costume era começar as preparações para a celebração da Páscoa nunca depois do meio-dia do dia anterior. E, já que os judeus consideravam o dia como começando no entardecer, isso significava que a ceia do sábado de Páscoa seria celebrada na sexta-feira à noite, um pouco antes da meia-noite.
Os apóstolos ficaram, portanto, inteiramente sem entender o anúncio do Mestre de que eles iriam celebrar a Páscoa um dia antes. E pensaram ao menos alguns deles, que ele sabia que seria preso antes do momento da ceia da Páscoa, na noite de sexta-feira, e que por isso estava convidando-os para uma ceia especial nessa quinta-feira à noite. Outros pensaram que essa seria meramente uma ocasião especial que devia preceder a celebração corriqueira da Páscoa.
Os apóstolos sabiam que Jesus tinha celebrado outras Páscoas sem o cordeiro; eles sabiam que ele não participava pessoalmente de qualquer serviço de sacrifício do sistema judeu. Por várias vezes ele tinha partilhado do cordeiro pascal como um convidado, mas sempre, quando ele era o anfitrião, nenhum cordeiro era servido. Não teria sido uma grande surpresa para os apóstolos verem o cordeiro suprimido mesmo na noite de Páscoa e, posto que essa ceia estivesse sendo celebrada um dia antes, a ausência de um cordeiro passou despercebida.
Após receber os cumprimentos de boas-vindas, dados pelo pai e pela mãe de João Marcos, os apóstolos foram imediatamente para a sala de cima, enquanto Jesus permanecia embaixo para falar com a família Marcos.
Combinou-se de antemão que o Mestre iria celebrar essa ocasião apenas com os seus doze apóstolos; e, portanto, nenhum serviçal foi chamado para servi-los.